sábado, 28 de fevereiro de 2009

Agora, noiva...

SER NOIVA É:

  • Mal conseguir esperar o momento de começar uma nova família com o homem dos seus sonhos.
  • Falar de casamento até cansar e cansar ou outros!
  • Se emocionar de verdade ao ouvir a marcha nupcial e outras músicas de casamento.
  • Ter crises de choro e estresse com a família e o noivo. E entrar na famosa TPM (tensão pré Matrimonio).
  • Se emocionar com pequenos gestos: presentes, cartões lindos escritos pelos amigos, ouvir coisas positivas das amigas já casadas e perceber o quanto nossos pais e família estão felizes com o casamento.
  • Provar doces, bolo, comida, bebidas e ficar enjoada de tanta coisa gostosa (ai meu Deus!).
  • Ficar ansiosa e contar os meses, dias, minutos e segundos para o GRANDE DIA!!!
  • Pensar em cada detalhe da festa, da casa, da cerimônia, lua de mel...
  • Ter o maior orgulho em se referir ao meu AMORECO como NOIVO!
  • Ficar íntima de palavras como: floristas, bem-casados, tules, minuetos, cerimonial, drapeados, grinaldas, luz âmbar, etc...
  • Ficar feito boba olhando para sua aliança na mão direita.
  • Ter pesadelos horríveis com coisas absurdas sobre o casamento do tipo noiva que casa de preto, vestido que rasga durante a cerimônia e coisas piores...ainda bem que tudo não passa de um pesadelo!!
  • Ler milhões de revistas sobre casamentos, milhões de vezes!
  • Ficar ultra feliz quando é convidada para casamentos só para prestar atenção nos detalhes.
  • Ficar indecisa com tantas opções de tudo e insegura quando vai contratar algum serviço.
  • Morrer de medo que alguma coisa dê errado.
  • É querer que as pessoas mais queridas participem dos preparativos.
  • É estar no meio da mudança, e ansiar pelo que ainda virá...

Minha nova fase, noivinha, me faz não ter vontade de falar sobre nada mais além de casamento. Sendo assim, agora irei postar minhas aventuras de noiva neurótica.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Lista dos 5 melhores lugares para se comer em Brasília

1) Porcão (caaaaarne, e tudo o mais que você quiser).
2) Bargaço (o melhor acarajé de Brasília, localização maravilhosa, ótimo atendimento).
3) Sumô (Adoro comida japonesa, esse restaurante é o que tem a melhor relação custo-benefício).
4) Marietta (Saladas e sucos maravilhosos para os momentos lights).
5) Pralinè (Bobagenzinhas de toda sorte, tapiocas tudo-de-bom).

Ai... Como comer é bom... O triste é a relação do "quanto mais gordura, mais gostoso", hehehe!

terça-feira, 18 de novembro de 2008

"E é ciúme... Ciúme de você... Ciúme de você... Ciúme de você-ê-ê"

Me vi, essa semana, sentindo ciúmes. Estranho. Nunca fui assim. Sempre prezei o espaço e a liberdade, sempre confiei em quem esteve comigo, nunca tive ataques de frescuromania. Mas me vi tendo ciúme de bilhetes enviados ao meu amor por alunas adolescentes e fúteis. E me vi com ciúme de fotos em uma revista. Não Playboy, com mulheres escancaradas, mas a VIP, com sua sensualidade mais delicada. E tive, sim, um ataque de frescuromania. Como sempre faço, emburrei. Irritei-me, olhos no solo. Ao explicar as causas do meu "abatimento", ouvi de meu sábio amor: "Isso não faz o menor sentido. Eu estou com você porque acredito que você é a melhor mulher do mundo para mim. E pronto. Agora, se você não consegue acreditar nisso, é você quem está insegura e com a auto-estima baixa. Você é quem precisa se tratar, e não eu mudar o meu comportamento".

Tooooma! Na caaaara!

E aí? Quem ama tem de, necessariamente, ter ciúmes? Ter medo de perder? O ciúme é proteção ao outro ou é a manifestação de nossa insegurança em sermos novamente sós quando somos felizes juntos?

Respostas? Absolutamente nenhuma. No meu caso, entretanto, percebo que a insegurança bate por estar eu, de fato, feliz, e sem a menor vontade de que as coisas mudem.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Relacionamento

Verificamos hoje o fenômeno da desvalorização da mulher frente ao homem. Esta, à medida em que se lançava ao mercado de trabalho, desejou ocupar as mesmas funções anteriormente exclusivas da machaiada. Mas não se contentou com isso: desejou a liberdade afetiva e sexual de que seus parceiros dispunham. Assim, passou a ter vários relacionamentos, a evitar a gravidez, a desvalorizar os sentimentos frente ao sexo.

Hoje, as mulheres colhem as conseqüências: seus homens são imaturos e não têm desejo de compromisso. E elas reclamam: "Não tem homem que preste!" Sim, porque as mulheres passaram a não prestar.

Auto-estima e valorização do parceiro são fundamentais para que se possa construir um relacionamento. O difícil é quebrar o estigma e ver a pessoa por trás dele.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

"As ondas vão e vêm"

Tenho aproveitado uma folga de tempo nos últimos dias para rever pessoas. Amigos, desses que, com o tempo, a gente vai deixando de ver, mas por quem sentimos carinho intocado. Percebo, então, que é isso que faz a vida valer a pena: pessoas. Conversar com elas, amá-las, contar as coisas, compartilhar. Encontrei nos últimos dias minhas amigas Poli, Thaís e Nani. E faltam ainda algumas pessoas pra ver. É simples: sentar, olhar nos olhos, conversar. E percebo que, por elas e outras pessoas igualmente especiais é que a vida vale a pena.

"Use as coisas e ame as pessoas: nunca o contrário"

sábado, 27 de setembro de 2008

Estresse

A sociedade é capitalista, o que faz com que precisemos e queiramos acumular cada vez mais capital para atender a nossas necessidades e a nosso consumismo. Para isso, utilizamos nossas ferramentas todas: na maioria dos casos, o trabalho; no meu caso, a transmissão do conhecimento, também um trabalho.

Desaparecendo o trabalho, desaparece o capital, o que gera necessidades e desejos não satisfeitos. Portanto, na ânsia de preservá-lo, tentamos destacar-nos e fazê-lo muitíssimo bem feito a fim de, simplesmente, mantê-lo. Fazê-lo muitíssimo bem inclui não cometer erros, dedicar-se por mais tempo do que o simplesmente necessário e destacar-se entre os demais que exercem a mesma função.

Para fazer nosso trabalho muitíssimo bem, acabamos perdendo o limite do tempo, da dedicação e, principalmente, perdemos nossa capacidade de desligar. Pensamos no trabalho em pleno sábado à noite, sonhamos com ele, ou não dormimos. Comemos mal, dormimos mal, relacionamo-nos mal. A saúde piora, aparecem problemas como pressão alta, insônia, dores. Ficamos, portanto, infelizes.

É isso o estresse. Para sermos felizes, tornamo-nos infelizes.

sábado, 20 de setembro de 2008

Concurseiros

Aderi ao estilo de vida brasiliense: estudar para concursos. Sim, os altos salários, a estabilidade, a tranqüilidade e a menor pressão finalmente me seduziram o suficiente para me dar força pra mudar de vida.

A primeira surpresa boa foi perceber que ainda sei estudar. Estava com saudades de aula, caderno, caneta colorida, consultas, rever matérias. E tenho aprendido muito e rápido.

Mas hoje outra coisa me chamou a atenção. Num dos mais badalados cursinhos de Brasília, lá estava eu, em pleno sábado à tarde, assistindo aula. Sim, sábado à tarde. E ia ter aula no sábado à noite também. E ao ouvir isso, as pessoas não faziam sequer cara feia. Pois é... Há uma enorme quantidade de pessoas tão ansiosas por mudanças positivas e por mais capital para satisfazerem suas necessidades e desejos consumistas que não se importam mais em gastar nisso todo o fim-de-semana.

É... Eu sou mais uma delas.