quinta-feira, 2 de julho de 2009

Noivas em Sampa

Fui a São Paulo. Que cidade interessante... Ares e características de grande metrópole. Comércio ativo, preços bem baixos comparados aos de Brasília, pessoas simpáticas, tudo funciona... Percebe-se ser uma cidade que vive dos serviços que oferece.
Na 25 de março, encontra-se um pouco de tudo. Comprei voil para fazer as embalagens dos bem-casados, fitas para amarrá-las e para fazer os porta-guardanapos, comprei o brinco que usarei no casamento, comprei sapatos, comprei óculos... Delícia!
Na Rua São Caetano, milhares de coisas relacionadas a casamento, principalmente vestidos. Como já havia fechado o meu, não me foi de grande valia. Mas, na loja do Fernando Bueno, eu encontrei... O S-A-P-A-T-O! Maravilhoso, acabamento perfeito, super confortável... Uma preciosidade. Logo eu que achava o sapato o detalhe mais insignificante da festa, já que nunca havia reparado nos sapatos de uma noiva, caí de amores pelo meu. Lindo, lindo... Seguirei o conselho de outras noivas: vou embrulhá-lo em plástico filme e usá-lo um pouquinho, para lacear. Desfilarei como uma princesa pela casa, com o sapato mais lindo do mundo.
Na José Paulino, roupas. Nada casamentícias, é verdade, mas necessárias: ultimamente eu andava muito "esmolepada" (como diz minha mamy). Comprei algumas blusas, calça jeans... Essas coisas que em BrasIlha custam os dois olhos da cara mais alguns dentinhos, hehehe!
Aproveitei a viagem para conhecer o Ateliê Nocera. Thaís, minha madrinha, havia me indicado o site e eu havia adorado os modelos, mas e o medo de não serem bons? Fui até lá e saí com os convites encomendados. Maravilha.
Enfim, uma viagem mega produtiva. E deliciosa, já que minhas companhias foram minha mamy e minha mana. Nos divertimos muitíssimo.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Da roça à cidade

Minha sogra foi à 25 de março, em São Paulo. Comprou forminhas de doces, acessórios de pista de dança, coisas simples que embelezam o casamento e que, em BrasIlha, custam uma fortuna. Eu e mamãe já estávamos programando uma viagem a BH para comprar itens de enxoval e bobagenzinhas. Mudamos de planos. Vamos a São Paulo.

Uma cidade imensa. a maior da América Latina. Um comércio fervilhante, migrantes de todo o Brasil, um forte parque industrial, gastronomia reconhecidíssima, sistema cultural a pleno vapor. E eu não conheço.

A sogra (tô falando igual o povo da novela das 8, hehehe) me trouxe uma revistinha cultural, aquela Boca a Boca, de São Paulo. Quando dei uma olhadinha na programação teatral, fiquei furiosa. Páginas e páginas de peças de todo preço, qualidade e horário. Quando ela me falou do comércio, dos preços, dos restaurantes, cheguei à conclusão de que certos estão meus amigos Júlio e Fê: Brasília é uma roça asfaltada.

Mal vejo a hora de andar naquela 25 de março, de passear nas ruas de noivas, de conhecer o Museu da Língua Portuguesa.

Mal vejo a hora.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Irmãs, de sangue e de alma

Minha irmã mais nova, Júlia, vai casar-se em setembro, pouco mais de dois meses antes do meu casamento. São, portanto, duas noivas a casarem no mesmo ano, imaginem a confusão que anda essa casa? Todos respiramos casamento, em todos os seus detalhes.

O fato é que minha irmã e eu, apesar de nossas brigas naturais de irmãs, somos muito amigas, e sempre compartilhamos e confidenciamos muitas coisas uma com a outra. Foram várias noites conversando até de madrugada, dando palpite uma na roupa da outra, escondendo segredos dos pais... E ambas acompanhamos o surgimento e desenvolvimento do romance da outra. Somos, de fato, irmãs e companheiras.

Ontem, ela me chamou para ser madrinha do casório, junto com o Lucas, nosso irmão caçula. Pensem na felicidade...

E fiquei pensando que, em três meses, começa a desfazer-se a estrutura familiar que foi meu alicerce até aqui. Tudo mudará muito. Primeiro a maninha vai, depois eu, formar a própria família. É claro que isso é motivo de alegria e comemoração, mas ao mesmo tempo percebo que sentirei muita saudadeda época do "Fecha a porta pra mamãe não ouvir".

Como é gostoso ter uma família como a minha...!

domingo, 14 de junho de 2009

Pausa - Vestibular da UnB

Hoje farei uma pausa nos posts de noiva para analisar aquele que é o objetivo do meu trabalho: o Vestibular da Universidade de Brasília.
Uma prova fácil. Da parte de gramática, morfologia, pontuação e tipos de sujeito. Nada de crase, nada de complementos de nomes, nada de período composto.
Entretanto, uma prova muito bonita e bem elaborada. O vestibulando foi cobrado não na decoreba, mas em seu estar-no-mundo. as questões foram relacionadas ao cinema. Filmes, dos clássicos aos atuais, apareceram. Itens bem elaborados, relacionando a arte cinematográfica com filosofia, história, literatura (que belo o cruzamento de linguagens), geografia, história, música, artes plásticas, teatro... Houve uma bela interação entre as humanas, e o aluno precisaria não só estar se afundando nos livros, mas principalmente ter um olhar de artista, de apreciador.
A prova lembrou-me muito de uma aula que eu e a professora Cíntia Frasão ministramos juntas. Fizemos a interpretação de letras de músicas e dissemos que a UnB espera que o aluno assuma a postura de apreciador da obra de arte, e não de simples analista. Que consiga apreender o que uma obra tem de melhor. Tal postura foi reiteradamente exigida dos alunos durante o vestibular.
Por fim, a redação. Fácil e linda. O vestibulando poderia escolher qualquer filme a que tivesse assistido e que julgasse ter modificado sua maneira de ver o mundo e as pessoas. Sim, qualquer um. Deveria, então, fazer um parágrafo narrativo, resumindo a história do filme e, a seguir, fazer uma análise do mesmo, argumentando e explicando os motivos de tal filme ser relevante e mudar a visão de mundo de seus expectadores. Completamente fora do que todos esperavam, a UnB fugiu, finalmente, ao tradicional padrão dissertativo e exigiu um texto simples e gostoso de fazer.
Achei uma linda prova. Caso haja alunos que acompanhem o blog e queiram comentar itens ou a prova em si, fiquem à vontade.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Click: o fotógrafo!

A festa é corrida. São muitos os convidados a cumprimentar. Muitas fotos a tirar. Muito protocolo a cumprir. Brinde, pista de dança. Sim, sim, sim. Quando você perceber, acabou.
As flores estarão mortas quando você chegar da lua-de-mel. O vestido já terá sido devolvido. A comida já terá sido digerida e eliminada. Poucos convidados ainda guardarão seu convite. Outra pessoa estará fazendo festa no seu salão. A maquiagem e o cabelo há muito terão sido desmanchados. As pessoas já terão se emocionado com você, se divertido, falado bem e mal e ido para suas casas. Sua festa já nem será o assunto da vez.
Mas terá sido um dia para lembrar para sempre. Terá sido seu dia, seu momento. De alguns detalhes logo você irá esquecer, outros você sequer percebeu. Que flores havia no arranjo? Qual era a cor dos guardanapos? Qual foi a cara que sua mãe fez quando finalmente o "SIM" foi dito? Quantos momentos perderemos, momentos tão lindos e preciosos...
Nesse momento entra o fotógrafo. Seus olhos atentos deverão percorrer todo o salão, estando em todos os lugares e guardando, para sempre, sorrisos, lágrimas, movimentos. Quando você voltar de viagem, será apenas o início do delicioso trabalho de ver foto por foto da prévia, da cerimônia, da festa... Escolher as melhores, montar álbum... E, assim, seus melhores momentos estarão eternizados.
Sim, minhas lindas... As fotos são o que fica. Do nosso grande dia, a única coisa (além do noivo, então marido, é claro!) que nos acompanhará eternamente, e será nossa referência do dia em que deixamos de ser dois e passamos a ser um.
Hoje decidi fechar meu fotógrafo. Queridíssimo, competentíssimo e nada esnobe Paulo Yang. Que alívio!

sábado, 16 de maio de 2009

Sábado casamenteiro

Hoje tive um dia delicioso. A começar, um café da manhã com minhas madrinhas. Decidimos as datas dos chás de panela e de lingerie, além da cor do vestido das madrinhas: rosa. Fofocamos muito e trocamos idéias sobre decoração, por exemplo. Delícia!

Depois, fui com minha dama de honra, duas madrinhas e minha mãe a uma rua de noivas aqui em Brasília. Vimos algumas roupas para as madrinhas; conversei com um ótimo fotógrafo, que faz a transmissão simultânea do casamento no telão por um preço muito bacana; almocei em um restaurante bacana com uma das madrinhas. Foi uma ótima manhã, compensando os últimos dias, que têm sido bastante estressantes.

Agora à tarde, mais uma ótima notícia: meu cãozinho, o Bob, teve alta. Ele estava internado há uma semana devido a uma intoxicação alimentar. E olhe que ele é um labrador!!! hehehe! Está de volta, ainda vai dar um certo trabalho com medicação e afins, mas está em casa.

Enfim, até aqui um ótimo sábado. Preciso comemorar.






quarta-feira, 13 de maio de 2009

Madrinhas


Elas são próximas, queridas, amigas. Elas são as nossas madrinhas de casamento. Dividem conosco um pouco da glória do momento, pois só quem já foi madrinha sabe que é uma delícia desfilar pelo tapete e ver a noiva de camarote. Sendo assim, elas também são destaque. E nós as escolhemos pelo destaque que tem em nossas vidas.


Minhas madrinhas já estão escolhidas, agora preciso pensar sobre a composição do altar. Onde colocar madrinhas e padrinhos? Definir cor de vestido para as madrinhas? Definir uma cor para cada? Ai, que complexo...


No casamento de que fui madrinha, a noiva optou por definir a cor do vestido das madrinhas - verde. Meu verde foi clarinho, diferente do das demais madrinhas. Achei bem diferente, pra ser sincera, mas não sei se quero fazer isso, já que se restringem muito as opções de vestido das minhas gatinhas.


A outra opção seria cada uma definir uma cor. E aí, quem escolhe primeiro? Uma das minhas madrinhas é minha tia avó, deve ter uns 70 anos. Como que eu digo a ela: "Olha, você tem que ir vestida de azul? Deixo as mais velhas escolherem primeiro, depois passo para as mais novas?


Ai, gente! Me ajuda aí, vai! kkkkkkk