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quinta-feira, 17 de junho de 2010

Casada e futura mamãe

Hoje um aluno querido, Adriel, me disse ter entrado no meu blog e adorado todas as postagens. Aí eu me lembrei desse espaço, criado meio por pirraça e e tão utilizado para tantas coisas. Achei lindo reler certas coisas, como os mil planos para o meu casamento, que foi absolutamente perfeito e como sempre sonhei. Meu marido é ainda melhor do que eu esperava. Nossa vida a dois é tranquila e deliciosa, com a estabilidade que sempre quis. E agora, para completar nossa felicidade, há um herdeiro a caminho. Me vejo mãe, com um futuro pai formidável a meu lado. Nossa felicidade é plena!

Resumindo sete meses em sete linhas, é basicamente isso. Tentarei ressuscitar esse espaço gostoso, mesmo que seja só para o Adriel ler, hehe.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Noivas em Sampa

Fui a São Paulo. Que cidade interessante... Ares e características de grande metrópole. Comércio ativo, preços bem baixos comparados aos de Brasília, pessoas simpáticas, tudo funciona... Percebe-se ser uma cidade que vive dos serviços que oferece.
Na 25 de março, encontra-se um pouco de tudo. Comprei voil para fazer as embalagens dos bem-casados, fitas para amarrá-las e para fazer os porta-guardanapos, comprei o brinco que usarei no casamento, comprei sapatos, comprei óculos... Delícia!
Na Rua São Caetano, milhares de coisas relacionadas a casamento, principalmente vestidos. Como já havia fechado o meu, não me foi de grande valia. Mas, na loja do Fernando Bueno, eu encontrei... O S-A-P-A-T-O! Maravilhoso, acabamento perfeito, super confortável... Uma preciosidade. Logo eu que achava o sapato o detalhe mais insignificante da festa, já que nunca havia reparado nos sapatos de uma noiva, caí de amores pelo meu. Lindo, lindo... Seguirei o conselho de outras noivas: vou embrulhá-lo em plástico filme e usá-lo um pouquinho, para lacear. Desfilarei como uma princesa pela casa, com o sapato mais lindo do mundo.
Na José Paulino, roupas. Nada casamentícias, é verdade, mas necessárias: ultimamente eu andava muito "esmolepada" (como diz minha mamy). Comprei algumas blusas, calça jeans... Essas coisas que em BrasIlha custam os dois olhos da cara mais alguns dentinhos, hehehe!
Aproveitei a viagem para conhecer o Ateliê Nocera. Thaís, minha madrinha, havia me indicado o site e eu havia adorado os modelos, mas e o medo de não serem bons? Fui até lá e saí com os convites encomendados. Maravilha.
Enfim, uma viagem mega produtiva. E deliciosa, já que minhas companhias foram minha mamy e minha mana. Nos divertimos muitíssimo.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Com a corda toda


Como vocês podem ver alguns posts atrás, eu andava meio desanimada com as coisas do casamento, querendo que tudo se resolvesse sozinho. Esse sábado, porém, fui ao casamento de uma amiga de infância, e isso serviu para atiçar meu fogo casamenteiro novamente. Além de feliz pela união de um casal maravilhoso, reparei em todos os detalhes e procurei acompanhar tudo, já imaginando o meu casamento.

A noiva estava linda, ela se arrumou no mesmo salão que estou paquerando, um pessoal que sempre me arruma quando tenho festas importantes. A decoração era em vermelho, achei que fosse ficar pesada devido ao fato de ser uma cor muito forte, mas as mesas eram de vidro, sem toalha, o que está na última moda, e isso favoreceu a beleza do conjunto.
O buffet serviu salgadinhos e empratadinhos. Escolhi o mesmo menu para meu casamento, mas acrescentei crepes salgados e doces. Achei prático e gostoso. De alcoólico, só espumante e vinho tinto. Percebi, para minha tristeza, que a continha de uma garrafa para cada dois convidados NÃO É um exagero. As mulheres, principalmente, bebem muito espumante, e como é docinho e desce bem, não param um minuto. Perdi a conta de quantas garrafas vi terminares.
Reforcei meu desejo de não ter crianças nem na cerimônia nem na festa. Na cerimônia eles correm demais e são desajeitados, haja ensaio! Sei que muitos adoram e que eles são bonitinhos de qualquer jeito, mas quero evitar dores de cabeça. Na cerimônia é fácil fazer isso, mas e na festa?Ainda não descobri uma maneira delicada de avisar isso aos convidados. Sugestões? Crianças correm, aprontam o tempo todo. Cheguei a bricar com um pequeno ser que tentava tocar fogo no arranjo de mesa. Ai, ai...
Quanto à lua-de-mel, mais um aprendizado: reservar o vôo cedo. Meus pobres amigos tinham que estar no aeroporto às 9h do dia seguinte, e ficaram na festa até às 2h. Viajaram completamente acabados!
Enfim, estou de novo feliz e contente, decidindo mil coisas para meu casório. Hoje fui ver convites. Lindos, lindos! O que mais gostei sairia por ums R$1200... Caríssimo, mas tão lindo! Depois vou lá para o Amor olhar e ver se vale o preço.
Feliz, contente e casamenteira. Beijos pra vocês.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

"E é ciúme... Ciúme de você... Ciúme de você... Ciúme de você-ê-ê"

Me vi, essa semana, sentindo ciúmes. Estranho. Nunca fui assim. Sempre prezei o espaço e a liberdade, sempre confiei em quem esteve comigo, nunca tive ataques de frescuromania. Mas me vi tendo ciúme de bilhetes enviados ao meu amor por alunas adolescentes e fúteis. E me vi com ciúme de fotos em uma revista. Não Playboy, com mulheres escancaradas, mas a VIP, com sua sensualidade mais delicada. E tive, sim, um ataque de frescuromania. Como sempre faço, emburrei. Irritei-me, olhos no solo. Ao explicar as causas do meu "abatimento", ouvi de meu sábio amor: "Isso não faz o menor sentido. Eu estou com você porque acredito que você é a melhor mulher do mundo para mim. E pronto. Agora, se você não consegue acreditar nisso, é você quem está insegura e com a auto-estima baixa. Você é quem precisa se tratar, e não eu mudar o meu comportamento".

Tooooma! Na caaaara!

E aí? Quem ama tem de, necessariamente, ter ciúmes? Ter medo de perder? O ciúme é proteção ao outro ou é a manifestação de nossa insegurança em sermos novamente sós quando somos felizes juntos?

Respostas? Absolutamente nenhuma. No meu caso, entretanto, percebo que a insegurança bate por estar eu, de fato, feliz, e sem a menor vontade de que as coisas mudem.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Benzetacil

Vocês sabiam que é assim que escreve? Vem de benzeno... Tão óbvio... kkkkk

Terceiro dia de dor de garganta. Antiinflamatórios, pastilhas, vitamina C, água e mais água, gargarejos, nada de melhora. Mais dor, mais dor. Fui à médica, benzetacil, porque não posso ficar muito tempo de atestado.

E eis a cena tragicômica. Eu, morrendo de medo, bumbum pra cima, pedindo à enfermeira que fosse delicada e gentil. Ela, doce e simpática como só bons enfermeiros podem ser.

Num dado momento, dia: "E aí, Elisa, continua dando aula?". Ai, tristeza... Uma pessoa que me conhece no ápice da glória, de repente me tem ali, na posição em que Napoleão perdeu a guerra.

Ser professor ALUB é...
... Encontrar alunos em todos os lugares.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Hoje foi dia...

Pois bem. Ontem olhei-me no espelho, e disse: não quero mais. Cansei de ver esse rosto, que traz marcas de coisas que deixei pra trás. Cansei dessa expressão. Cansei dessa moldura. Cansei de minha aparência e do que ela reflete. Estou mudando toda minha estrutura de vida, e, como sempre, precisava de uma marca física que me dissesse: sim, as coisas estão mudando.

Ao sair de casa, me dei de presente um piercing. Foi minha primeira marca.
Ao voltar pra casa, me dei de presente uma tatuagem, um gatinho, na parte da frente do ombro. Segunda marca.
Ao terminar um longo namoro, após um doloroso processo de idas e vindas, me dei de presente uma imensa tattoo nas costas, da qual muito me orgulho. Minha terceira marca.

Essa semana, sei que algo mudou. Me apaixonei. Pode nada acontecer, pode ser felicidade pra sempre, mas roupeu-se em mim a nebulosa idéia de que nunca mais alguém chegaria perto de tocar meu coração. E numa simples frase, "Estarei sempre ao seu lado, mesmo que, por enquanto, só como amigo", sei que alguma coisa mudou por aqui. Amanhã pode não ser mais nada disso, mas sentir de novo isso que estou sentindo nesse exato momento merece uma comemoração.

Mudei os cabelos. Nova cor, mais vibrante, mais feliz, mais eu.

Em breve, ponho uma foto nova por aqui.

domingo, 30 de março de 2008

Saindo do teatro

Após um espetáculo de dança, em que o tema era o fandango, eu e Mateus saindo:

- E aí, Mateus... Gostou?
- Acho que eu sou normal demais...

kkkkkkkkkkkkk

sexta-feira, 28 de março de 2008

Cantando e observando no videokê

Ontem fui, com uns amigos, cantar em um videokê. Quer dizer, cantar é modo de dizer porque, na verdade, só cantei mesmo uma música, além de fazer uma parceria. Não é a primeira vez que vou a um desses ambientes, e percebi que certas coisas são sempre iguais:

1) O cara metido da voz boa sempre está lá. Ele se acha. Escolhe as músicas mais difíceis, faz caras e bocas, faz vozes diferentes, vai terminando a música com aquela cara de "Cadê os aplausos?". Ele canta bem, mas... É antipático que dói. Claro, a gente aplaude. Afinal, se a gente aplaude até quem canta mal, porque deixar o coitado no vácuo?

2) A esforçadinha da voz ruim sempre está lá. Ela tenta. Ao contrário do cara metido, escolhe músicas fáceis. Geralmente é tímida e canta em dupla. E a dupla é, invariavelmente, melhor do que ela. A gente fica com dó, e aplaude.

3) A galera bagunceira sempre está lá. São os rapazes que cantam músicas da Xuxa, da Tetê Espíndola, Mamonas Assassinas (geralmente Robocop Gay) além, claro, das músicas bregas dos anos 80. Ontem esse foi o caso da minha parceria: cantei Mordidas de amor ("Eu não quero tocar em você, oh, baby... E fazer seu jogo vai me deixar louco. Sei que você pensa o amor é do seu jeito... Coração quebrado e orgulho inteiro"). A gente morre de rir, canta junto e aplaude.

4) A galera do sertanejo sempre está lá. Graças a Deus, sempre há ao menos um representante (sim, eu adoro). Canta-se das mais antigas às mais novas. O mais legal é que todo mundo diz que não gosta, mas sabe a letra e, nem que seja disfarçadamente, canta.

5) A galera clássica sempre está lá. Cantando Bon Jovi, Whitney Houston, Tim Maia, Peninha. Cantando músicas que nos trazem lembranças e um sorriso nostálgico. E, é claro, a gente canta.

6) Quem realmente dá show. A pessoa vai chegando com aquela cara de quem não quer nada. Pega o microfone meio timidamente, dá um oi, e começa a cantar. Todo mundo pára o que está fazendo e olha. E canta. E dança. E sorri. E aplaude entusiasticamente. Encontra-se, em algumas oportunidades, pessoas que chegam a superar o cantor original em matéria de voz e interpretação. A gente pensa: "Essa pessoa poderia estar fazendo sucesso".

Esqueci alguém?

=D

quinta-feira, 20 de março de 2008

Fugindo da polícia

Quarta à noite, véspera de feriado. Eu e Thaís estávamos vendo o jogo do meu Mengão na casa do Quibe, quando resolvemos ligar para o Beto, grande amigo nosso, e chamá-lo para juntar-se a nós. "Amigaaa.... Hoje é aniversário da Lili, tá rolando um esqueminha, vem pra cá!".

No final das contas, ele resolveu ir pegar a gente lá. Pagamos a conta, tomamos mais uma cachacinha de caju, e fomos, ele na frente, eu seguindo com o meu carro.

De repente, não mais que de repente, surgiu um balão, que meu querido amigo optou por não fazer, cortando-o solenemente. Eu, como boa seguidora, fiz o mesmo. Foi quando interpôs-se entre os dois carros uma viatura da PM. Nesse momento ouvi minha querida amiga ao meu lado: "Gata, tu rodou!". Mas o inesperado aconteceu. Aviatura saiu voada... Atrás do Beto. Ouvi então a Thaís: "putz, ele fugiu! É uma anta, não acredito que ele tá fugindo da polícia!" Tentei acompanhar, mas, obviamente, eles sumiram. Um pouco depois ligamos pra Si, que estava com ele no carro: "Cadê vocês?" "No hospital. Depois a gente conversa".

Corremos para lá. Sim, foi exatamente o que você está pensando. Para o Beto escapar da multa, nossa amiga Si tomou até remédio na veia.

Mas o pior: a multa veio do mesmo jeito. Perdemos metade de uma festa, à toa.